GRUPOS PARTICIPANTES

COLETIVO ATORES À DERIVA (Natal/RN)

O Coletivo Artístico Atores à Deriva surgiu, no final de 2007, fruto do desejo de artistas de teatro com experiências em linguagens variadas e tendo como objetivo a formação continuada e a experimentação de linguagens teatrais em sua complexidade.

O primeiro processo do Coletivo resultou na peça “A Mar Aberto”, no ano de 2008. O espetáculo seguiu por festivais pelo Brasil e continua em repertório. Em 2009, o coletivo inaugurou sua sede e neste espaço montou “Corte Sem Casca”. Em outubro de 2010, o coletivo estreou “Flúvio e o Mar”, seu primeiro espetáculo infanto-juvenil que circulou por cidades do interior norte-riograndense e por festivais do Nordeste. Em 2011, a partir da adaptação do romance “Recomendações a Todos”, do autor potiguar Alex Nascimento, o coletivo estreou seu novo espetáculo que tem o mesmo nome do livro.

http://atoresaderiva.blogspot.com.br/

 GRUPO TEATRO INVERTIDO (Belo Horizonte/MG)

O Teatro Invertido surgiu no ano de 2004 com o principal objetivo de aprofundar a pesquisa em treinamento do ator e criação cênica iniciada por seus integrantes no curso de graduação em teatro da UFMG. Em seus espetáculos, tem perseguido temáticas que dialogam diretamente com as questões do homem contemporâneo, propondo ao espectador uma postura crítica e reflexiva frente à cena. O grupo possui em seu repertório cinco montagens: “Nossa Pequena Mahagonny”, “Lugar Cativo”, “Medeiazonamorta”, “Proibido Retornar” e “Estado de Coma”.

Desde sua fundação, o Teatro Invertido também se dedica a iniciativas coletivas de mobilização em torno do debate sobre as políticas públicas para a cultura em âmbito municipal, estadual e federal. Idealizou e realizou o Circuito OFF de Teatro, desde 2004 integra o Redemoinho – Movimento Brasileiro de Espaços de Criação, Pesquisa e Compartilhamento Teatral, e, desde 2010, integra o Movimento Nova Cena.

Em 2008, inaugurou sua sede e, em 2010, através de uma parceria com o Mayombe Grupo de Teatro, surgiu o ESQUYNA – Espaço Coletivo Teatral. Também em 2010, o Teatro Invertido lançou, em parceria com o selo Edições CPMT, do Galpão Cine Horto, o livro Cena Invertida: Dramaturgias em Processo.

http://www.teatroinvertido.com.br

MAGILUTH (Recife/PE)

Composto por alunos oriundos do curso de Artes Cênicas da UFPE, o Grupo Magiluth surgiu em 2004 a partir de um trabalho de conclusão de disciplina. Após três anos de experimentos, os alunos/atores do Magiluth optam por se profissionalizar, seguindo os moldes do teatro de grupo. Dessa forma, o núcleo de atores do grupo, movidos por um mesmo objetivo e ideal, realiza um trabalho em continuidade.

O grupo montou trabalhos com características diversas: “Corra” – trabalho de pesquisa e experimentação da linguagem cênica que envolve o conceito do ator-narrador para falar do Efeito Borboleta, vertente da Teoria do Caos. “Ato” – experimentação da arte do clown que une conceito, técnica e poesia inspirados na linguagem cênica de Beckett para falar das relações de poder. “1 Torto” – Trabalho de pesquisa combinando novas propostas do teatro contemporâneo, discutindo um tema sentimental num Reality Show. “O Canto de Gregório” – trabalho de montagem do texto de Paulo Santoro numa perspectiva de confinamento dos atores e publico em um espaço branco e claustrofóbico, metáfora do pensamento recorrente de Gregório. “Aquilo que o meu olhar guardou pra você” – espetáculo mais recente do grupo, com estreia em 2012, foi fruto de um processo de interação estética e troca entre o Magiluth, o Grupo de Teatro do Concreto (DF) e o Grupo XIX de Teatro (SP), através do projeto Rumos Teatro do Itaú Cultural.

http://grupomagiluth.blogspot.com.br/

TEATRO DO CONCRETO (Brasília/DF)

 O grupo, criado em 2003, é profundamente identificado com a cidade e com as possibilidades de diálogo que o seu significado simbólico e real possibilita. Fortemente caracterizado pela idéia de diversidade, integra artistas de várias cidades do Distrito Federal, o que possibilita um olhar peculiar da realidade que nos cerca.

O foco do seu trabalho está na reflexão sobre temas que afligem o homem contemporâneo e na investigação de novas possibilidades de composição da cena teatral. Destacam-se, entre as principais características, a criação por meio do processo colaborativo, a construção de dramaturgia própria e as investigações em espaços urbanos. O resultado do trabalho continuado de investigação teatral, em permanente diálogo com outros segmentos da sociedade e também a implementação de iniciativas que extrapolam a dimensão dos palcos, projetou nacionalmente esse coletivo criador como uma das principais referências de teatro de grupo no DF e na região Centro-Oeste.

Espetáculos: “Sala de Espera” (2003); “Borboletas têm vida curta” (2006); “Diário do Maldito” (2006); “Inútil Canto E Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos” (2007); “Ruas Abertas” (2008); “Entrepartidas” (2010); “Mirante” (2010).

http://teatrodoconcreto.com.br/

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